A melhor maneira de ensinar caligrafia
A melhor maneira de ensinar caligrafia é a utilização de uma abordagem cinestésica e multisensorial, o que significa realmente sentir o movimento, uma vez que está sendo realizado.
O importante é visualizar e verbalizar um padrão de movimento como a ação,
Um exemplo de como realizar a instrução cinestésica para letra ou número.
escrever a letra em um quadro-negro ou quadro branco. Designar o ponto de partida e verbalizar as instruções para o sentido correto da escrita da letra. Inicie com as vogais ( O, I, E , A, U) depois a inicial do nome da criança. Depois as letrinhas de curvas (C, G, J, S).
-rastrear sobre a letra no quadro-negro com os olhos abertos, depois com os olhos fechados e verbalizar o sentido (direcionalidade) da formação da letra.
-escrever no ar com um dedo indicador ou na areia, espuma, creme, massinha, farinha, talco ou tinta (multisensorial)
-pode realizar atividades de formação da letra com colagem com cereais, barbante ou pintura
-A criança pode então tentar escrever no papel, enquanto verbaliza o sentido da formação da letra.
terça-feira, 14 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
PROFECIAS AUTORREALIZAR-SE-SE NA ESCOLA
PROFECIAS AUTORREALIZAR-SE-SE NA ESCOLA
E em muitos locais ainda é assim, mal inicia o ano e o professor tem um feedback da turma, tais alunos são ótimos e tais não conseguirão passar de ano... E muitas vezes esta profecia se confirma... é a Profecia autor realizável.
A profecia autor realizável diz que, quanto mais as pessoas acreditam em uma coisa, mais elas podem influenciar no seu acontecimento. Se temos alunos que em determinados momentos mostram desinteresse e nosso olhar foca neste aspecto, podemos correr o risco de estar “introjetando” dentro de nós a ideia de que ele não é um aluno dedicado, não será bem sucedido e possivelmente não terá aprovação no final do ano, o que fará com que não tenhamos empatia para com aquele aluno. O mesmo se dá ao contrário, o aluno pode pensar: - Este professor não foi com minha cara, está pegando no meu pé! E justamente não consegue ter sucesso naquela disciplina pois se autocondicionabilidade ao pensamento que está sendo excluído.
Muito comum, quando se tem casos de inclusão em sala de aula, os próprios pais, perceberem o filho como não capaz de acompanhar a turma, não capaz de realizar tal atividade, de tanto ouvir aquilo a criança se projeta nisso e não consegue mesmo, pois se conseguir ela estará boicotando a expectativa que os pais fazem dela, pois a visão que uma pessoa tem em relação à outra acaba determinando uma verdade que a outra passa a demonstrar. Segundo McGregor, quem tem expectativas não favoráveis sobre os outros, não acredita neles e não vê suas qualidades, em consequência costuma colher o pior dessas pessoas. Quem tem boas expectativas em relação a outras pessoas, tende a obter o melhor de cada uma delas.
Cunningham (2006) nos diz que nosso passado ainda é muito presente, onde pessoas com necessidades educativas especiais eram percebidas somente por suas deficiências, tinham tantas limitações intelectuais que não conseguiriam se beneficiar com ambientes estimulantes ou com educação. Algumas pessoas acreditavam que indivíduos com deficiências intelectuais graves não tinham emoções, sentimentos necessidades como todos nós. O perigo disso é que se torna uma profecia autor realizável pensa-se que não há nada a fazer, então nada é feito; portanto nada muda.
O que temos que fazer é justamente o contrário, é investir no ser humano, acreditar nas suas capacidades, suas potencialidades, pois as descobertas da neurociências vieram justamente para confirmar que estamos constantemente em processo de mudança, Herculano-Houzel (2013) nos diz que nosso cérebro está sendo esculpido diariamente, que possamos então elencar expectativas positivas e oportunizar melhorias na aprendizagem de todos os educandos. Ir em busca da metacognição, pensar sobre o pensar e refletir sobre o agir.
E em muitos locais ainda é assim, mal inicia o ano e o professor tem um feedback da turma, tais alunos são ótimos e tais não conseguirão passar de ano... E muitas vezes esta profecia se confirma... é a Profecia autor realizável.
A profecia autor realizável diz que, quanto mais as pessoas acreditam em uma coisa, mais elas podem influenciar no seu acontecimento. Se temos alunos que em determinados momentos mostram desinteresse e nosso olhar foca neste aspecto, podemos correr o risco de estar “introjetando” dentro de nós a ideia de que ele não é um aluno dedicado, não será bem sucedido e possivelmente não terá aprovação no final do ano, o que fará com que não tenhamos empatia para com aquele aluno. O mesmo se dá ao contrário, o aluno pode pensar: - Este professor não foi com minha cara, está pegando no meu pé! E justamente não consegue ter sucesso naquela disciplina pois se autocondicionabilidade ao pensamento que está sendo excluído.
Muito comum, quando se tem casos de inclusão em sala de aula, os próprios pais, perceberem o filho como não capaz de acompanhar a turma, não capaz de realizar tal atividade, de tanto ouvir aquilo a criança se projeta nisso e não consegue mesmo, pois se conseguir ela estará boicotando a expectativa que os pais fazem dela, pois a visão que uma pessoa tem em relação à outra acaba determinando uma verdade que a outra passa a demonstrar. Segundo McGregor, quem tem expectativas não favoráveis sobre os outros, não acredita neles e não vê suas qualidades, em consequência costuma colher o pior dessas pessoas. Quem tem boas expectativas em relação a outras pessoas, tende a obter o melhor de cada uma delas.
Cunningham (2006) nos diz que nosso passado ainda é muito presente, onde pessoas com necessidades educativas especiais eram percebidas somente por suas deficiências, tinham tantas limitações intelectuais que não conseguiriam se beneficiar com ambientes estimulantes ou com educação. Algumas pessoas acreditavam que indivíduos com deficiências intelectuais graves não tinham emoções, sentimentos necessidades como todos nós. O perigo disso é que se torna uma profecia autor realizável pensa-se que não há nada a fazer, então nada é feito; portanto nada muda.
O que temos que fazer é justamente o contrário, é investir no ser humano, acreditar nas suas capacidades, suas potencialidades, pois as descobertas da neurociências vieram justamente para confirmar que estamos constantemente em processo de mudança, Herculano-Houzel (2013) nos diz que nosso cérebro está sendo esculpido diariamente, que possamos então elencar expectativas positivas e oportunizar melhorias na aprendizagem de todos os educandos. Ir em busca da metacognição, pensar sobre o pensar e refletir sobre o agir.
om crianças Intervenção Psicológica com crianças que apresentam TDAH

O TDAH envolve tipos variados de déficits de habilidades, muitas vezes é necessário o uso de múltiplos tipos de intervenção que abranja todo o espectro de dificuldades a ele associadas. Uma boa formulação e avaliação inicial permitirá a seleção de estratégias de tratamento mais adequada para cada indivíduo. A avaliação neuropsicológica é um instrumento essencial para auxiliar o diagnóstico. Os portadores de TDAH podem apresentar dificuldades com a memória (dificuldade de material recente como: nomes, datas e fatos) e dificuldades com a linguagem.
A avaliação neuropsicológica permite avaliar funções cognitivas determinando-se quais estariam intactas e podem servir de apoio para as estratégias de tratamento. A avaliação inclui testes específicos para medir atenção, como o STROOP, o Digit Span, Teste da Trilhas e o Teste de Atenção Visual (TAVIS2-R), os quais permitem identificar os componentes específicos da atenção que estão deficitários.
A repercussão do déficit atentivo nas habilidades de vida diária do paciente é significativa e deve ser considerada, ou seja, deve ser feita uma avaliação de quais são os comportamentos indicadores do déficit na vida diária e o grau de comprometimento funcional. Isto pode ser obtido por meio de checklists ou da entrevista com familiares e professores.
A existência de outras dificuldades que podem estar contribuindo para um desempenho inadequado deve ser avaliada. Por exemplo, pais que são inconsistentes nas regras estipuladas e que oferecem modelos inadequados, alto nível de ansiedade de desempenho e co-morbidades que pioram o prognóstico. Na avaliação da hiperatividade, é necessário implicar outros profissionais, além do psicólogo, como neurologistas, pedagogos e pediatras, principalmente se tratando de crianças. No caso das provas psicológicas, podem ser de dois modos: pelos níveis e atuação (atenção, atividade motora e comportamento geral da criança) ou pelos instrumentos de avaliação (entrevistas, escalas de avaliação, instrumentos aplicados à própria criança, observações comportamentais e técnicas mecânicas).
http://www.psicologiananet.com.br/como-deve-ser-a-intervencao-psicologica-com-criancas-que-apresentam-tdah/2046/
Os perigos da mente distraída
Link da Matéria:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1269680-os-perigos-da-mente-distraida.shtml
29/04/2013 - Os perigos da mente distraída
DO "NEW YORK TIMES"
Alguns acham que médicos e pais se apressam ao obrigar crian...Ver mais
29/04/2013 - Os perigos da mente distraída
DO "NEW YORK TIMES"
Alguns acham que médicos e pais se apressam ao obrigar crian...Ver mais
Córtex Cerebral
CÓRTEX CEREBRAL
"O córtex onde a matéria é transformada em consciência é o ponto de embarque de todas as nossas viagens, é o reino da intuição e da análise crítica. É aqui que temos ideias e inspirações, aqui que lemos e escrevemos, aqui que fazemos matemática e compomos música. É a distinção da nossa espécie, a sede da nossa humanidade. A civilização é um produto do córtex cerebral".
Carl Sagan
"O córtex onde a matéria é transformada em consciência é o ponto de embarque de todas as nossas viagens, é o reino da intuição e da análise crítica. É aqui que temos ideias e inspirações, aqui que lemos e escrevemos, aqui que fazemos matemática e compomos música. É a distinção da nossa espécie, a sede da nossa humanidade. A civilização é um produto do córtex cerebral".
Carl Sagan
Cartinhas da Tabuada- Jogo pedagógico
Cartinhas da Tabuada- Jogo Pedagógico
Esse jogo ajuda o aluno na aprendizagem da tabuada. Separei todos os fatos da mesma e dividi-os de forma que nenhum resultado se repetisse dentro de cada um dos quatro jogos. Excluí algumas das contas mais comuns para chegar ao número de 24 cartas-operação em cada kit, ou seja: que possa ser jogado por 2, 3 ou 4 crianças sem que haja sobra de cartas. Vamos lá então!
Título: Cartinhas da Tabuada
Objetivos:
Título: Cartinhas da Tabuada
Objetivos:
- Resolver multiplicações mentalmente;
- Desenvolver o raciocínio lógico-matemático;
- Memorizar algoritmos simples da tabuada.
Materiais: Folhas impressas ou qualquer tipo de papel e caneta, tesoura e fita adesiva larga ou papel contact para plastificar o material.
Como confeccionar?
Imprimir as páginas e recortá-las, colando-as em papel firme e plastificando-as para que tenham maior durabilidade. Também é possível escrever á mão nas fichas, desde que se tenha o cuidado de não repetir resultados, minha dica é copiar as contas dos moldes que seguem ou imprimi-los. Fiz quatro jogos que contemplam praticamente toda a tabuada, e sem que nenhum resultado se repita dentro de cada kit.
Como aplicar com os alunos?
Distribuir os jogos para os alunos, pedindo para que os mesmos se reúnam em grupos. Explicar as regras ou distribuí-las junto com os jogos.
Cartinhas da Tabuada
2 a 4 Jogadores
Regras do Jogo:
Distribuir as cartas-pergunta igualmente entre os jogadores. Fazer um monte com as cartas-resultado voltadas para baixo. Vira-se uma carta de cada vez e o jogador que estiver com o operação correspondente deve pegá-la para si e “baixar” o par formado para a mesa. Vence quem ficar com as mão vazias primeiro!
Veja abaixo as regras prontas para imprimir:
Palavras-chave: Baralho da multiplicação, cartinhas da tabuada, jogo para ensinar a tabuada para imprimir, jogo pedagógico para imprimir.
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29/04/2013 - Os perigos da mente distraída
DO "NEW YORK TIMES"
Alguns acham que médicos e pais se apressam ao obrigar crianças naturalmente cheias de energia a se adaptarem aos padrões adultos
Quando estamos em situações em que temos que atuar sob pressão --digamos que Neymar se aproxima de você para marcar o gol do desempate ou você tem apenas 24 horas para salvar o sistema financeiro global--, nossas diretivas internas, quando conseguimos nos manter calmos o suficiente para pensar nelas, normalmente se resumem a variações sobre um único tema: "Concentre-se!".
A capacidade de focar é importante não apenas em crises.As distrações diárias chegam não aos poucos, mas às centenas, e a pessoa que é capaz de desligar-se delas e concentrar-se sobre a tarefa que tem pela frente goza de vantagem evidente. Mas não é fácil fazer isso.
"É claro que gostaríamos de pensar que nossa atenção é infinita", escreveu no "New York Times" Maria Konnikova, autora de "Mastermind: How to Think Like Sherlock Holmes" [Genial - como pensar como Sherlock Holmes]. "Realizar tarefas múltiplas simultaneamente é um mito persistente. O que fazemos, na realidade, é desviar nossa atenção de uma tarefa para outra.
Duas coisas negativas decorrem disso. Não dedicamos tanta atenção a uma só coisa e sacrificamos a qualidade de nossa atenção."
Konnikova propõe uma solução para esse problema: ela cita pesquisas indicando que a prática relativamente simples da meditação consciente pode melhorar nossa capacidade de concentração. "Esses esforços fazem sentido: o que está na base do estado de consciência é a capacidade de prestar atenção. É exatamente isso o que Holmes faz quando junta as pontas dos dedos ou exala uma nuvem fina de fumaça: concentra sua atenção sobre um único elemento. De alguma maneira, não obstante a aparente pausa em sua atividade, ele emerge sempre muito à frente de seus colegas que despendem muita energia."
Derrotar a concorrência com uma atenção concentrada pode ser desejável num mundo competitivo adulto, mas a busca do ideal de Holmes pode ser levada longe demais e de maneira precoce.
Um estudo dos Centros de Controle de Doenças constatou que, nos Estados Unidos, um em cada cinco meninos em idade escolar e uma em cada dez crianças em idade escolar já receberam o diagnóstico de transtorno de deficit de atenção com hiperatividade (TDAH) -um aumento de mais de 40% em relação à década passada.
Esses números levam alguns a pensar que pais e médicos estão se apressando demais a forçar crianças naturalmente cheias de energia a se adaptar aos padrões do comportamento adulto.
Como estamos falando dos EUA do século 21, há um comprimido para resolver o problema. "Cerca de dois terços das pessoas diagnosticadas hoje recebem prescrições de estimulantes como Ritalina ou Adderall, que podem melhorar drasticamente a vida de quem tem TDAH, mas também gerar dependência, ansiedade e psicose ocasional", relatou o "New York Times". Os casos de abuso dessas drogas vêm aumentando, não apenas como medicamento, mas como "auxílio para o estudo" para estudantes de todas as idades.
O autor Ted Gup escreveu no "New York Times" sobre seu filho David, diagnosticado com TDAH aos cinco anos de idade. Quando David morreu de um misto de álcool e drogas aos 21 anos, em 2011, Gup se viu como parcialmente responsável.
"Sem saber, entrei em conluio com um sistema que desvaloriza a terapia e se apressa a medicar. Com isso, inadvertidamente transmiti a mensagem de que a automedicação é aceitável", escreveu. Essa mensagem, disse Gup, tornou-se parte de "uma era em que os meios de comunicação funcionam como um grande empório de drogas supostamente capazes de resolver tudo, desde problemas de sono até sexo. Receio que a própria condição humana esteja se transformando em condição médica".](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/p480x480/936251_161819380651586_135964720_n.jpg)