terça-feira, 14 de maio de 2013

A MELHOR MANEIRA DE ENSINAR CALIGRAFIA

A melhor maneira de ensinar caligrafia

A melhor maneira de ensinar caligrafia é a utilização de uma abordagem cinestésica e multisensorial, o que significa realmente sentir o movimento, uma vez que está sendo realizado.

O importante é visualizar e verbalizar um padrão de movimento como a ação, 

Um exemplo de como realizar a instrução cinestésica para letra ou número.
escrever a letra em um quadro-negro ou quadro branco. Designar o ponto de partida e verbalizar as instruções para o sentido correto da escrita da letra. Inicie com as vogais ( O, I, E , A, U) depois a inicial do nome da criança. Depois as letrinhas de curvas (C, G, J, S).

-rastrear sobre a letra no quadro-negro com os olhos abertos, depois com os olhos fechados e verbalizar o sentido (direcionalidade) da formação da letra.
-escrever no ar com um dedo indicador ou na areia, espuma, creme, massinha, farinha, talco ou tinta (multisensorial)
-pode realizar atividades de formação da letra com colagem com cereais, barbante ou pintura
-A criança pode então tentar escrever no papel, enquanto verbaliza o sentido da formação da letra.

domingo, 5 de maio de 2013

PROFECIAS AUTORREALIZAR-SE-SE NA ESCOLA


PROFECIAS AUTORREALIZAR-SE-SE NA ESCOLA

E em muitos locais ainda é assim, mal inicia o ano e o professor tem um feedback da turma, tais alunos são ótimos e tais não conseguirão passar de ano... E muitas vezes esta profecia se confirma... é a Profecia autor realizável.
A profecia autor realizável diz que, quanto mais as pessoas acreditam em uma coisa, mais elas podem influenciar no seu acontecimento. Se temos alunos que em determinados momentos mostram desinteresse e nosso olhar foca neste aspecto, podemos correr o risco de estar “introjetando” dentro de nós a ideia de que ele não é um aluno dedicado, não será bem sucedido e possivelmente não terá aprovação no final do ano, o que fará com que não tenhamos empatia para com aquele aluno. O mesmo se dá ao contrário, o aluno pode pensar: - Este professor não foi com minha cara, está pegando no meu pé! E justamente não consegue ter sucesso naquela disciplina pois se autocondicionabilidade ao pensamento que está sendo excluído.
Muito comum, quando se tem casos de inclusão em sala de aula, os próprios pais, perceberem o filho como não capaz de acompanhar a turma, não capaz de realizar tal atividade, de tanto ouvir aquilo a criança se projeta nisso e não consegue mesmo, pois se conseguir ela estará boicotando a expectativa que os pais fazem dela, pois a visão que uma pessoa tem em relação à outra acaba determinando uma verdade que a outra passa a demonstrar. Segundo McGregor, quem tem expectativas não favoráveis sobre os outros, não acredita neles e não vê suas qualidades, em consequência costuma colher o pior dessas pessoas. Quem tem boas expectativas em relação a outras pessoas, tende a obter o melhor de cada uma delas.
Cunningham (2006) nos diz que nosso passado ainda é muito presente, onde pessoas com necessidades educativas especiais eram percebidas somente por suas deficiências, tinham tantas limitações intelectuais que não conseguiriam se beneficiar com ambientes estimulantes ou com educação. Algumas pessoas acreditavam que indivíduos com deficiências intelectuais graves não tinham emoções, sentimentos necessidades como todos nós. O perigo disso é que se torna uma profecia autor realizável  pensa-se que não há nada a fazer, então nada é feito; portanto nada muda.
O que temos que fazer é justamente o contrário, é investir no ser humano, acreditar nas suas capacidades, suas potencialidades, pois as descobertas da neurociências vieram justamente para confirmar que estamos constantemente em processo de mudança, Herculano-Houzel (2013) nos diz que nosso cérebro está sendo esculpido diariamente, que possamos então elencar expectativas positivas e oportunizar melhorias na aprendizagem de todos os educandos. Ir em busca da metacognição, pensar sobre o pensar e refletir sobre o agir.

om crianças Intervenção Psicológica com crianças que apresentam TDAH

Foto: O TDAH envolve tipos variados de déficits de habilidades, muitas vezes é necessário o uso de múltiplos tipos de intervenção que abranja todo o espectro de dificuldades a ele associadas. Uma boa formulação e avaliação inicial permitirá a seleção de estratégias de tratamento mais adequada para cada indivíduo. A avaliação neuropsicológica é um instrumento essencial para auxiliar o diagnóstico. Os portadores de TDAH podem apresentar dificuldades com a memória (dificuldade de material recente como: nomes, datas e fatos) e dificuldades com a linguagem.

A avaliação neuropsicológica permite avaliar funções cognitivas determinando-se quais estariam intactas e podem servir de apoio para as estratégias de tratamento. A avaliação inclui testes específicos para medir atenção, como o STROOP, o Digit Span, Teste da Trilhas e o Teste de Atenção Visual (TAVIS2-R), os quais permitem identificar os componentes específicos da atenção que estão deficitários.

A repercussão do déficit atentivo nas habilidades de vida diária do paciente é significativa e deve ser considerada, ou seja, deve ser feita uma avaliação de quais são os comportamentos indicadores do déficit na vida diária e o grau de comprometimento funcional. Isto pode ser obtido por meio de checklists ou da entrevista com familiares e professores.

A existência de outras dificuldades que podem estar contribuindo para um desempenho inadequado deve ser avaliada. Por exemplo, pais que são inconsistentes nas regras estipuladas e que oferecem modelos inadequados, alto nível de ansiedade de desempenho e co-morbidades que pioram o prognóstico. Na avaliação da hiperatividade, é necessário implicar outros profissionais, além do psicólogo, como neurologistas, pedagogos e pediatras, principalmente se tratando de crianças. No caso das provas psicológicas, podem ser de dois modos: pelos níveis e atuação (atenção, atividade motora e comportamento geral da criança) ou pelos instrumentos de avaliação (entrevistas, escalas de avaliação, instrumentos aplicados à própria criança, observações comportamentais e técnicas mecânicas).

http://www.psicologiananet.com.br/como-deve-ser-a-intervencao-psicologica-com-criancas-que-apresentam-tdah/2046/
                                   
O TDAH envolve tipos variados de déficits de habilidades, muitas vezes é necessário o uso de múltiplos tipos de intervenção que abranja todo o espectro de dificuldades a ele associadas. Uma boa formulação e avaliação inicial permitirá a seleção de estratégias de tratamento mais adequada para cada indivíduo. A avaliação neuropsicológica é um instrumento essencial para auxiliar o diagnóstico. Os portadores de TDAH podem apresentar dificuldades com a memória (dificuldade de material recente como: nomes, datas e fatos) e dificuldades com a linguagem.

A avaliação neuropsicológica permite avaliar funções cognitivas determinando-se quais estariam intactas e podem servir de apoio para as estratégias de tratamento. A avaliação inclui testes específicos para medir atenção, como o STROOP, o Digit Span, Teste da Trilhas e o Teste de Atenção Visual (TAVIS2-R), os quais permitem identificar os componentes específicos da atenção que estão deficitários.

A repercussão do déficit atentivo nas habilidades de vida diária do paciente é significativa e deve ser considerada, ou seja, deve ser feita uma avaliação de quais são os comportamentos indicadores do déficit na vida diária e o grau de comprometimento funcional. Isto pode ser obtido por meio de checklists ou da entrevista com familiares e professores.

A existência de outras dificuldades que podem estar contribuindo para um desempenho inadequado deve ser avaliada. Por exemplo, pais que são inconsistentes nas regras estipuladas e que oferecem modelos inadequados, alto nível de ansiedade de desempenho e co-morbidades que pioram o prognóstico. Na avaliação da hiperatividade, é necessário implicar outros profissionais, além do psicólogo, como neurologistas, pedagogos e pediatras, principalmente se tratando de crianças. No caso das provas psicológicas, podem ser de dois modos: pelos níveis e atuação (atenção, atividade motora e comportamento geral da criança) ou pelos instrumentos de avaliação (entrevistas, escalas de avaliação, instrumentos aplicados à própria criança, observações comportamentais e técnicas mecânicas).

http://www.psicologiananet.com.br/como-deve-ser-a-intervencao-psicologica-com-criancas-que-apresentam-tdah/2046/

Dislexia

Os perigos da mente distraída


Link da Matéria:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1269680-os-perigos-da-mente-distraida.shtml

29/04/2013 - Os perigos da mente distraída
DO "NEW YORK TIMES"

Alguns acham que médicos e pais se apressam ao obrigar crian...Ver mais

Córtex Cerebral

CÓRTEX CEREBRAL
"O córtex onde a matéria é transformada em consciência é o ponto de embarque de todas as nossas viagens, é o reino da intuição e da análise crítica. É aqui que temos ideias e inspirações, aqui que lemos e escrevemos, aqui que fazemos matemática e compomos música. É a distinção da nossa espécie, a sede da nossa humanidade. A civilização é um produto do córtex cerebral".
Carl Sagan
Foto: CÓRTEX CEREBRAL
"O córtex onde a matéria é transformada em consciência é o ponto de embarque de todas as nossas viagens, é o reino da intuição e da análise crítica. É aqui que temos ideias e inspirações, aqui que lemos e escrevemos, aqui que fazemos matemática e compomos música. É a distinção da nossa espécie, a sede da nossa humanidade. A civilização é um produto do córtex cerebral".
Carl Sagan

Cartinhas da Tabuada- Jogo pedagógico

Cartinhas da Tabuada- Jogo Pedagógico
Esse jogo ajuda o aluno na aprendizagem da tabuada. Separei todos os fatos da mesma e dividi-os de forma  que nenhum resultado se repetisse dentro de cada um dos quatro jogos. Excluí algumas das contas mais comuns para chegar ao número de 24 cartas-operação em cada kit, ou seja: que possa ser jogado por 2, 3 ou 4 crianças sem que haja sobra de cartas. Vamos lá então!

Título: Cartinhas da Tabuada

Objetivos:

  • Resolver multiplicações mentalmente;
  • Desenvolver o raciocínio lógico-matemático;
  • Memorizar algoritmos simples da tabuada.
Materiais: Folhas impressas ou qualquer tipo de papel e caneta, tesoura e fita adesiva larga ou papel contact para plastificar o material.

Como confeccionar?
Imprimir as páginas e recortá-las, colando-as em papel firme e plastificando-as para que tenham maior durabilidade. Também é possível escrever á mão nas fichas, desde que se tenha o cuidado de não repetir resultados, minha dica é copiar as contas dos moldes que seguem ou imprimi-los. Fiz quatro jogos que contemplam praticamente toda a tabuada, e sem que nenhum resultado se repita dentro de cada kit.










Como aplicar com os alunos?
Distribuir os jogos para os alunos, pedindo para que os mesmos se reúnam em grupos. Explicar as regras ou distribuí-las junto com os jogos.

Cartinhas da Tabuada
2 a 4 Jogadores
Regras do Jogo:
Distribuir as cartas-pergunta igualmente entre os jogadores. Fazer um monte com as cartas-resultado voltadas para baixo. Vira-se uma carta de cada vez e o jogador que estiver com o operação correspondente deve pegá-la para si e “baixar” o par formado para a mesa. Vence quem ficar com as mão vazias primeiro!

Veja abaixo as regras prontas para imprimir:




Palavras-chave: Baralho da multiplicação, cartinhas da tabuada, jogo para ensinar a tabuada para imprimir, jogo pedagógico para imprimir.